Porque a palavra em si é suficiente para se escrever o que quer que seja.
Porque o significado intuitivo da expressão, por si só me remete para um sem número de sentimentos, imagens, palavras, actos, emoções e tantas outras coisas, nada se assemelha ao que se sente, mesmo quando se tenta escrever de forma diferente.
Mãe, a minha mãe, é de longe a pessoa mais fundamental da minha vida, o pilar, a estrutura sobre a qual assenta toda uma dependência, toda uma vida, todo um crescimento sustentado de um rapaz que aos 27 anos deixou a fralda para tentar sobreviver longe de quem cuidou de mim desde o primeiro choro, do primeiro abrir de olhos, do primeiro bafo de realidade.
A minha mãe é única, genial, uma força viva de uma natureza quase perdida.
Quando penso em tudo o que com ela partilhei, vivi, cresci, aprendi e conversei, automaticamente se apodera de mim uma sensação de felicidade e de alegria, por ter a sorte de ter alguém como a minha mãe, presente em todos os dias e momentos da minha existência.
Crescer não é fácil, aliás, crescer é muito difícil.
Crescer implica escolher, decidir, arriscar, falhar, perder, ganhar, rir, chorar, agradar e magoar, mas todas estes verdades seriam efectivamente mentiras, se não fossem presenteadas por uma divindade quase inatingível a quem tenho o orgulho e a possibilidade feliz de chamar MÃE.
Um dia faltar-me-à e deixará de estar presente, porque a lei da vida e da natureza madraste assim o exige, mas até esse dia, até esse apocalipse, terei diariamente a felicidade de poder olhar para mim, de poder vê-la sorrir, de poder sentir o seu incondicional amor e apoio e a grandeza maior de tudo o que a minha mãe representa.
Escreverei um livro para a minha mãe, terei uma família que será o prolongamento natural da sua mestria, terei filhos que lhe chamarão AVÓ, continuarei a lutar e quebrar barreiras, como a minha mãe sempre me ensinou.
Não irei desistir nunca, não irei coxear, não irei abrandar, porque a minha mãe nunca o fez.
Se há força viva que representa toda a genealidade e preserverança de um ser humano, essa força tem um nome...
Maria Luisa.
Mãe, obrigado por tudo, obrigado pelo nada, obrigado pelo crer, pelo vencer, pelo amor, pela preocupação, mas sobretudo pela educação.
Beijo tão grande...
Minha MÃE.
18 de abril de 2011
11 de abril de 2011
SOU EU
Invariável a sensação real de felicidade que hoje me abraça sem vontade de me soltar.
Acossado por uma novidade fresca e reluzente, estou agora eu sentado num espaço confinado a uma alegria contida, e um aprisionamento da felicidade.
O que fazer?
Esperar imperturbável pelo final do dia, pelo começo da noite, espaço privilegiado de festividade e comemoração pessoal.
Hoje sinto-me recompensado, valorizado, motivado e acima de tudo, feliz.
Hoje sinto que se recompensa quem trabalha, que se premeia quem não trata por tu a falha, e que não se faz isso a quem calha.
Ser o que sou hoje é de uma superior dimensão a tudo o que era ontem.
Ter recebido embrulhado um sonho, foi ver brilhar mais alto, foi poder dar um salto, foi ver que lá no alto há quem não durma à smobra de um calor laboral e que consiga reconhcer a dedicação incondicional que coloco em cada projecto que abraço.
A todos, a ti, a si, a vocês.
Obrigado.A mim. Parabéns palhaço.
Afinal, nem tudo vai mal neste meu Portugal.
Triste que tenha de falar do "meu Portugal" e não de um todo nacional.
Quis ter coragem de querer, ser capaz de não ceder e acabei subindo a escada de uma vida começada, numa manhã iluminada que decidiu do nada ser mais do que devia.
Acossado por uma novidade fresca e reluzente, estou agora eu sentado num espaço confinado a uma alegria contida, e um aprisionamento da felicidade.
O que fazer?
Esperar imperturbável pelo final do dia, pelo começo da noite, espaço privilegiado de festividade e comemoração pessoal.
Hoje sinto-me recompensado, valorizado, motivado e acima de tudo, feliz.
Hoje sinto que se recompensa quem trabalha, que se premeia quem não trata por tu a falha, e que não se faz isso a quem calha.
Ser o que sou hoje é de uma superior dimensão a tudo o que era ontem.
Ter recebido embrulhado um sonho, foi ver brilhar mais alto, foi poder dar um salto, foi ver que lá no alto há quem não durma à smobra de um calor laboral e que consiga reconhcer a dedicação incondicional que coloco em cada projecto que abraço.
A todos, a ti, a si, a vocês.
Obrigado.A mim. Parabéns palhaço.
Afinal, nem tudo vai mal neste meu Portugal.
Triste que tenha de falar do "meu Portugal" e não de um todo nacional.
Quis ter coragem de querer, ser capaz de não ceder e acabei subindo a escada de uma vida começada, numa manhã iluminada que decidiu do nada ser mais do que devia.
23 de março de 2011
PECas tu, eu, ele e PECamos todos
PEC.
Nunca os portugueses estiveram tão familiarizados com um termo político, durante esta governação que agora se precipita para o abismo, empurrada por palmadinhas nas costas de encorajamento da facção das laranjas, da revolta dos senhores da foice e do martelo, e os sonhadores.. ai os pseudo-políticos de algibeira, que falam sempre em código.. como se fossem oficiais franceses clandestinos e escondidos no próprio país, ocupado pelos alemães durante a 2ª Guerra Mundial.
Hoje, um colega teve a nobreza de publica no facebook uma frase que tem tanto de sintética e objectiva como de mordaz e ambivalente.
Dizia ele e passo a citar: "é muito engraçado isto dos políticos dizerem a palavra "portugueses" como se estivessem a falar de um povo distante."
De facto esta frase resume muita coisa e contempla tantos pontos comuns a tantos pensamentos de todos nós.
Nunca nos sentimos verdadeiramente identificados com nenhum, repito, nenhum político desta nossa praça, que tantas vezes mais parece isso mesmo, tamanha é a falta de educação com que as pessoas falam umas com as outras.
O país não está à rasca!
Estar à rasca pressupõe a existência de uma dificuldade solucionável, de uma situação menos boa, que provoca algum aperto, mas que é suportável.
Portugal está bem pior.
Imagem disso?
Apedrejamento de autocarros de equipas de futebol, arremesso de bolas de golfe para dentro de campos de... futebol.
A violência e a crispação sociais são cada vez mais fortes e mais reais, e estão cada vez mais presentes nas situações mínimas do mínimo e envergonhado encadear dos dias.
Um país pequeno com síndroma de pequenez, e complexo de Peter Pan. Sou pequeno e não quero crescer e como tal brinco com os grandes, mas com a irresponsabilidade e imaturidade própria dos pequenos e inconsequentes.
E agora Portugal?
E agora?
O que vai ser de ti?
A quem podes tu pedir ajuda?
Já percebeste que tens de tratar tu das coisas, que não podes deixar gente maluca a tratar das coisas por ti que dá nisto.
Quem te manda seres calão!? Agora o que fazes tu? Ficas novamente à espera de ajuda de alguém, ou de alguma coisa..!
Apetece-me citar um artista dos bons..
"Aiii aiii olha pra mim olha.. Sou Portugal eu.. Tenho 900 e tal anos, sou muito velhinho, não posso fazer nada e portanto deixo os miúdos recém licenciados alistarem-se nas J qualquer coisa, para que dentro de pouco se possam candidatar a um lugar num chamado hemiciclo, para poderem estar 4 anos a fazer pouco de mim.
Vai mas é trabalhar pá. Faz qualquer coisa. Já mais do que idade suficiente para trabalhar e fazer as coisas como deve de ser.. Malandro".
É isto. Numa pequena sátira inofensiva, é isto.
Temos de nos rir com tamanha atrocidade que é feita à pátria sem patriotas esta em que vivemos.
E depois do PREC, será que podem arranjar alguém que se preocupe com os destinos das pessoas que vivem em Portugal? Mas por favor não tragam ninguém desse condomínio OffShore onde vivem esses senhores que estão sempre na televisão a atirar piropos uns aos outros, lá naquela coisa da Assembleia da Rua de São Bento.
Parece isto uma carta deslavada ao antigo Pai Natal, que agora já quase toda a gente sabe que o Pai Natal é chinês...
Quando é que acabam as greves?
Quando é que se começa a pensar em trabalhar?
Quando é que se começam a consciencializar que não somos iguais aos outros?
Que não são precisas carrinhas, Jipes,viagens, barcos, relógios caros, para serem verdadeiras pessoas, que depois comem carne, peixe, legumes, sopa, tudo congelado?
Se tomam banho uma vez de três em três dias, de que vos serve essa farça que a vós próprios entregam e sonegam?
Cresce Portugal. Já tens idade para ter juízo.
É com receio que muitos milhões de portugueses assistimos ao desenrolar desavergonhado dos dias da vergonha.
Nunca os portugueses estiveram tão familiarizados com um termo político, durante esta governação que agora se precipita para o abismo, empurrada por palmadinhas nas costas de encorajamento da facção das laranjas, da revolta dos senhores da foice e do martelo, e os sonhadores.. ai os pseudo-políticos de algibeira, que falam sempre em código.. como se fossem oficiais franceses clandestinos e escondidos no próprio país, ocupado pelos alemães durante a 2ª Guerra Mundial.
Hoje, um colega teve a nobreza de publica no facebook uma frase que tem tanto de sintética e objectiva como de mordaz e ambivalente.
Dizia ele e passo a citar: "é muito engraçado isto dos políticos dizerem a palavra "portugueses" como se estivessem a falar de um povo distante."
De facto esta frase resume muita coisa e contempla tantos pontos comuns a tantos pensamentos de todos nós.
Nunca nos sentimos verdadeiramente identificados com nenhum, repito, nenhum político desta nossa praça, que tantas vezes mais parece isso mesmo, tamanha é a falta de educação com que as pessoas falam umas com as outras.
O país não está à rasca!
Estar à rasca pressupõe a existência de uma dificuldade solucionável, de uma situação menos boa, que provoca algum aperto, mas que é suportável.
Portugal está bem pior.
Imagem disso?
Apedrejamento de autocarros de equipas de futebol, arremesso de bolas de golfe para dentro de campos de... futebol.
A violência e a crispação sociais são cada vez mais fortes e mais reais, e estão cada vez mais presentes nas situações mínimas do mínimo e envergonhado encadear dos dias.
Um país pequeno com síndroma de pequenez, e complexo de Peter Pan. Sou pequeno e não quero crescer e como tal brinco com os grandes, mas com a irresponsabilidade e imaturidade própria dos pequenos e inconsequentes.
E agora Portugal?
E agora?
O que vai ser de ti?
A quem podes tu pedir ajuda?
Já percebeste que tens de tratar tu das coisas, que não podes deixar gente maluca a tratar das coisas por ti que dá nisto.
Quem te manda seres calão!? Agora o que fazes tu? Ficas novamente à espera de ajuda de alguém, ou de alguma coisa..!
Apetece-me citar um artista dos bons..
"Aiii aiii olha pra mim olha.. Sou Portugal eu.. Tenho 900 e tal anos, sou muito velhinho, não posso fazer nada e portanto deixo os miúdos recém licenciados alistarem-se nas J qualquer coisa, para que dentro de pouco se possam candidatar a um lugar num chamado hemiciclo, para poderem estar 4 anos a fazer pouco de mim.
Vai mas é trabalhar pá. Faz qualquer coisa. Já mais do que idade suficiente para trabalhar e fazer as coisas como deve de ser.. Malandro".
É isto. Numa pequena sátira inofensiva, é isto.
Temos de nos rir com tamanha atrocidade que é feita à pátria sem patriotas esta em que vivemos.
E depois do PREC, será que podem arranjar alguém que se preocupe com os destinos das pessoas que vivem em Portugal? Mas por favor não tragam ninguém desse condomínio OffShore onde vivem esses senhores que estão sempre na televisão a atirar piropos uns aos outros, lá naquela coisa da Assembleia da Rua de São Bento.
Parece isto uma carta deslavada ao antigo Pai Natal, que agora já quase toda a gente sabe que o Pai Natal é chinês...
Quando é que acabam as greves?
Quando é que se começa a pensar em trabalhar?
Quando é que se começam a consciencializar que não somos iguais aos outros?
Que não são precisas carrinhas, Jipes,viagens, barcos, relógios caros, para serem verdadeiras pessoas, que depois comem carne, peixe, legumes, sopa, tudo congelado?
Se tomam banho uma vez de três em três dias, de que vos serve essa farça que a vós próprios entregam e sonegam?
Cresce Portugal. Já tens idade para ter juízo.
É com receio que muitos milhões de portugueses assistimos ao desenrolar desavergonhado dos dias da vergonha.
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