Para começar este título que arranjei, está na verdade aquilo a que podemos chamar de(prolongado o som do eeee...para dar a entender que está súbtilmente à procura do termo certo, aquele que melhor se adeque para caracterizar a asneira tremenda que se prepara para dizer) noites claras.
O que pretende a besta que vos esreve dizer com isto?!
Ora pois bem. Nada.
Exactamente não pretendo dizer mesmo nada. Apenas que há dias que parecem aquilo que acabei de dizer, noites claras, porquê? Porque sim. Mas para quê tanta pergunta, se a resposta é perfeitamente compreensível e clara, ou melhor, resposta não, a afirmação.
As noites claras o que são ao certo? Noites que parecem dias, nada mais do que isso. O que acontece lá pelo meio dessa claridade, não é para aqui chamado, agora apenas estou aqui a falar de uma questão de luminosidade, que não interessa a ninguém, e que provavelmente está a remeter-te para a seguinte pergunta?
Porque é que estou para aqui a ler isto? Porra, estes gajos querem blogs, espaço privados na net, para poderem vir para aqui escrever este tipo de merdas? Mas não têm mais nada para fazer? Com toda a certeza nem sequer trabalham, malandro!
Ou então, respondes à primeira de todas estas interrogações do teu psiquismo com o seguinte:
Este gajo só diz é merda, deixa lá ver onde é que isto vai parar, ainda não está suficientemente claro.
Lá está, a claridade, foi isso mesmo que comecei por dizer, que era tudo uma questão de luz.
Ou és iluminado ou és...digamos(agora aqui, prolonga-se o som uuuuuuuus, para voltar novamente a demonstrar a quem o ouve que está a consultar o dicionário mental de estupidez, porque boa coisa não lhe vai saír, e o pior disso tudo, é que ele sabe exactamente o que vai dizer.) que, uma espécie de barata que passa toda a vida à espera de encontrar a merda que os outros deixam, as sobras, os restos, os decompostos, os, os, os sei lá o quê pá, que isso então é que é o pior, aquelas pessoas que se referem a terceiros, quando lhes perguntam sobre a actividade de alguém e dizem, epá esse gajo, esse gajo faz sei lá o quê ali não sei para onde, com não sei com quem, mas também se me perguntares, não sei quando é que ele começou.
Isto é capaz de ser dos piores insultos pelas costas, que se pode fazer a um semelhante. É o world trade center do desprezo.
Tudo isto para dizer, que o meu carro faleceu. Decretei-lhe o óbito hoje. Não sei bem a que horas. Desculpa amigo, disse não sei bem, porque estou sem bateria no telemovel e não consigo ver a que horas fiz a chamada para o mecânico, o teu carrasco, que me disse que não estavas nada bem, estavam a fazer os possíveis, mas estás com um prognóstico muito reservado. (Pimba, vais buscar, já posso ir para médico que faz as comunicações à Imprensa).
Mais respeito uns pelos outros por favor, que isto aqui é a nossa casa, se não nos respeitarmos uns aos outros, vamos morar para onde? Vai tudo lá para baixo, alimentar baratas, se é que me faço entender.
10 de novembro de 2009
5 de novembro de 2009
Face oculta
Tenho vindo a analisar o maravilhoso caso "FACE OCULTA" e...
pois, não me apraz tecer qualquer comentário, para que não se viole o segredo de justiça.
Este é o maravilhoso discurso tantas vezes adoptado pelas sumidades governativas do nosso Burgo, a que muitos tÊm a coragem de apelidar de país.
Isto lá é um país, se fosse um país, era unido, era forte, era orgulhoso de si mesmo e não é.
Adiante, adoro a designação que a P.J atribui a estes casos maravilhosos que povoam, com uma frequência cada vez maior, a nossa praça.
"Face Oculta", começa logo mal a coisa, isto é, o nome, só por si é um autêntico contrasenso, na medida em que a primeira que se descobre neste caso, é nada mais nada menos, que a face dos corruptos e dos corrompidos, dos culpados e dos arguidos, dos ladões e dos bandidos, dos compradores e dos vendidos. Aparecem nos jornais da noite, via televisão, e preenchem as capas dos jornais pela manhã.
Com isto esquece-se, ou melhor, OCULTA-SE, a face das polémicas que "apaixonaram" durante meses, o coração dos habitantes do Burgo.
Freeport, operação furacão, CASA PIA, tudo esquecido, à medida que as duas forças políticas do país, vão lançando casos para a praça pública, numa guerra cada vez mais acesa e sem fim à vista, que é aquela que neste momento se trava entre, BELÉM e SÃO BENTO.
Enfim, tudo vai bem no reino da bananeira.
Agora, olhar para tudo isto, ver os sacanas que roubam sem apelo nem agravo, sem qualquer tipo de escrúpulos, que continuam a ser bem tratados, que continuam a ter tempo para movimentarem os fundos desviados, para prepararem as fugas para paraísos na terra, que esses senhores bemos conhecem e costumam lá por muito dinheiro, é de facto frustrante.
Viver num país onde a criminalidade de colarinho e gravatinha de seda, é imperial e completamente intocável, é de revirar as tripas a um porco.
Os animais é que a levam direito, para eles, é literalmente, tudo preto no branco.
pois, não me apraz tecer qualquer comentário, para que não se viole o segredo de justiça.
Este é o maravilhoso discurso tantas vezes adoptado pelas sumidades governativas do nosso Burgo, a que muitos tÊm a coragem de apelidar de país.
Isto lá é um país, se fosse um país, era unido, era forte, era orgulhoso de si mesmo e não é.
Adiante, adoro a designação que a P.J atribui a estes casos maravilhosos que povoam, com uma frequência cada vez maior, a nossa praça.
"Face Oculta", começa logo mal a coisa, isto é, o nome, só por si é um autêntico contrasenso, na medida em que a primeira que se descobre neste caso, é nada mais nada menos, que a face dos corruptos e dos corrompidos, dos culpados e dos arguidos, dos ladões e dos bandidos, dos compradores e dos vendidos. Aparecem nos jornais da noite, via televisão, e preenchem as capas dos jornais pela manhã.
Com isto esquece-se, ou melhor, OCULTA-SE, a face das polémicas que "apaixonaram" durante meses, o coração dos habitantes do Burgo.
Freeport, operação furacão, CASA PIA, tudo esquecido, à medida que as duas forças políticas do país, vão lançando casos para a praça pública, numa guerra cada vez mais acesa e sem fim à vista, que é aquela que neste momento se trava entre, BELÉM e SÃO BENTO.
Enfim, tudo vai bem no reino da bananeira.
Agora, olhar para tudo isto, ver os sacanas que roubam sem apelo nem agravo, sem qualquer tipo de escrúpulos, que continuam a ser bem tratados, que continuam a ter tempo para movimentarem os fundos desviados, para prepararem as fugas para paraísos na terra, que esses senhores bemos conhecem e costumam lá por muito dinheiro, é de facto frustrante.
Viver num país onde a criminalidade de colarinho e gravatinha de seda, é imperial e completamente intocável, é de revirar as tripas a um porco.
Os animais é que a levam direito, para eles, é literalmente, tudo preto no branco.
4 de novembro de 2009
invariável avaria
De facto, é exacatamente aquilo que penso que por vezes me acontece.
De quando em vez, ou talvez até de vez em quando, sinto que me avario, de uma forma invariavelmente cómica. No entanto essa invariável comicidade, aparece-me aos olhos sob as mais variadas formas.
Por exemplo, hoje, momento de comicidade do arco da velha, por volta da hora do almoço, recebo msg, logo seguido de telefonema, alertando-me eufórica e entusiasticamente para o facto de ter uma amiga minha de longa data, mas que não vejo já há uma data longa também, no interior de uma revista, que não vou referir, porque não quero desde já, atribuir conotações ou etiquetas mal colocadas, à pessoa em questão.
No entanto, a playboy não faz nada disso, é digna e séria com as pessoas com quem trabalha.
Apesar disso, o momento foi extremamente cómico, na medida em que, mais tarde aprecieei então a sessão fotográfica com a qual recordei a amiga que há tanto tempo não via, mas no entanto, vi coisas que nunca tinha visto, não é que a playboy fala também de desporto, que coisa espantosa, o treinador do benfica, com gloss e lantejoulas, isso é que ia ser vender revistas, ui se ia.
Mas enfim, também tenho a noção que existem partes das minhas avarias, que estão permanentemente avariadas, como é o caso de determinadas zonas do meu cérebro, que apenas servem para me impelirem a dizer as coisas mais estapafúrdias que possam ser pensadas, com o intuito de simplesmente ser parvo, mas também com a intenção clara, de dizer livre e esopntaneamente aquilo que me vai no pensamento, tentando adornar as coisas, de forma a no final da frase palerma que digo, poder ver aqueles que me escutam, tal e qual, os apóstulos do Divino, esboçarem um sorriso de alegria, se é que uma vulgar gargalhada, pode ser considerada ou incluída no espectro da alegria.
Enfim, gosto de pensar em mim como um parvo, que gosta de dizer invariáveis avarias, para que assim, consiga avariar com frequência, os obtusos e sisudos rostos daqueles que me ouvem, o objectivo?
Ser simplesmente palerma e passar os dias a rir-me de tudo e mais alguma coisa. Sou avariado? Sou? Se podia ser assim? Podia, mas o mundo não seria o mesmo.
De quando em vez, ou talvez até de vez em quando, sinto que me avario, de uma forma invariavelmente cómica. No entanto essa invariável comicidade, aparece-me aos olhos sob as mais variadas formas.
Por exemplo, hoje, momento de comicidade do arco da velha, por volta da hora do almoço, recebo msg, logo seguido de telefonema, alertando-me eufórica e entusiasticamente para o facto de ter uma amiga minha de longa data, mas que não vejo já há uma data longa também, no interior de uma revista, que não vou referir, porque não quero desde já, atribuir conotações ou etiquetas mal colocadas, à pessoa em questão.
No entanto, a playboy não faz nada disso, é digna e séria com as pessoas com quem trabalha.
Apesar disso, o momento foi extremamente cómico, na medida em que, mais tarde aprecieei então a sessão fotográfica com a qual recordei a amiga que há tanto tempo não via, mas no entanto, vi coisas que nunca tinha visto, não é que a playboy fala também de desporto, que coisa espantosa, o treinador do benfica, com gloss e lantejoulas, isso é que ia ser vender revistas, ui se ia.
Mas enfim, também tenho a noção que existem partes das minhas avarias, que estão permanentemente avariadas, como é o caso de determinadas zonas do meu cérebro, que apenas servem para me impelirem a dizer as coisas mais estapafúrdias que possam ser pensadas, com o intuito de simplesmente ser parvo, mas também com a intenção clara, de dizer livre e esopntaneamente aquilo que me vai no pensamento, tentando adornar as coisas, de forma a no final da frase palerma que digo, poder ver aqueles que me escutam, tal e qual, os apóstulos do Divino, esboçarem um sorriso de alegria, se é que uma vulgar gargalhada, pode ser considerada ou incluída no espectro da alegria.
Enfim, gosto de pensar em mim como um parvo, que gosta de dizer invariáveis avarias, para que assim, consiga avariar com frequência, os obtusos e sisudos rostos daqueles que me ouvem, o objectivo?
Ser simplesmente palerma e passar os dias a rir-me de tudo e mais alguma coisa. Sou avariado? Sou? Se podia ser assim? Podia, mas o mundo não seria o mesmo.
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